quinta-feira, 14 de abril de 2011

Monteiro Lobato

Biografia

Nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Em homenagem ao seu nascimento, neste dia comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil.
Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Augusto Lobato. Seu nome verdadeiro era José Renato Monteiro Lobato, mas em 1893 o autor preferiu adotar o nome do pai por desejar usar uma bengala do pai que continha no punho as iniciais JBML.
Juca, apelido que Lobato recebeu na infância, brincava em companhia de suas irmãs com legumes e sabugos de milho que eram transformados em bonecos e animais, conforme costume da época. Uma forte influência de sua própria experiência reside na criação do personagem Visconde de Sabugosa.
Ainda na infância, Juca descobriu seu gosto pelos livros na vasta biblioteca de seu avô. Os seus prediletos tratavam de viagens e aventuras. Ele leu tudo que lá existia, mas desde esta época incomodava a ele o fato de não existir uma literatura infantil tipicamente brasileira.
Um fato interessante aconteceu ao então jovem Juca, no ano de 1895: ele foi reprovado em uma prova oral de Português. O ano seguinte foi de total estudo, mergulhado nos livros. Notável é o interesse de Lobato escritor no que diz respeito à Língua Portuguesa, presente em alguns de seus títulos. É na adolescência que começa a escrever para jornaizinhos escolares e descobre seu gosto pelo desenho.
Aos 16 anos perde o pai e aos 17 a mãe. A partir de então, sua tutela fica a encargo do avô materno, o Visconde de Tremembé. Formou-se em Direito pela faculdade de seu estado, por vontade do avô, porque preferia ter cursado a Escola de Belas-Artes. Esse gosto pelas artes resultou em várias caricaturas e desenhos que ele enviava para jornais e revistas.
Em 1907, 3 anos após sua formatura, exerceu a promotoria em Areias, cidadezinha do interior. Retirou-se depois para uma fazenda em Buquira que herdou do avô, falecido em 1911. Este município, onde surgiu um Lobato fazendeiro, recebeu seu nome em sua homenagem.
Casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Do casamento vieram os quatro filhos: Edgar, Guilherme, Marta e Rute.
Em 1918 lançou Urupês, e o êxito fulminante desse livro de contos colocou-o numa posição de vanguarda. Neste mesmo ano, vendeu a fazenda e transferiu-se para São Paulo, onde inaugurou a primeira editora nacional: Monteiro Lobato & Cia. Até então, os livros que circulavam no Brasil eram publicados em Portugal. Por isso, as iniciativas de Lobato deram à indústria brasileira do livro um impulso decisivo para sua expansão.
Em 1926, foi nomeado adido comercial da embaixada brasileira nos Estados Unidos, de onde trouxe um notável livro de impressões: América. Usou, assim, suas principais armas em prol do nacionalismo no tocante à exploração de ferro e petróleo no Brasil: os ideais e os livros.
Preocupado com o desenvolvimento econômico do país, chegou a fundar diversas companhias para a exploração do petróleo nacional.. O fracasso dessa iniciativa deu-lhe assunto para um artigo: O Escândalo do Petróleo. Já sob o Estado Novo, sua persistência em abordar esse tema como patriota autêntico valeu-lhe três meses de prisão.
No público infantil, Lobato escritor reencontra as esperanças no Brasil. Escrever para crianças era sua alegria, por isso adorava receber as cartinhas que seu pequenino público escrevia constantemente. Achava que o futuro deveria ser mudado através da criançada, para quem dava um tratamento especial, sem ser infantilizado. O resultado foi sensacional, conseguindo transportar até hoje muitas crianças e adultos para o maravilhoso mundo do Sítio do Picapau Amarelo.
Faleceu em São Paulo, no dia 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, por causa de um derrame.
A obra lobatiana é composta por 30 volumes. Tem um lugar indisputável na literatura brasileira como o Andersen brasileiro, autor dos primeiros livros brasileiros para crianças, e também como revelador de Jeca Tatu, o homem do interior brasileiro.
Apesar de ter sido, em muitos pontos, o precursor do Modernismo, a ele nunca aderiu. Ficou conhecida a sua querela com modernistas por causa do artigo "A propósito da exposição Malfatti". Ali critica a mostra de pintura moderna da artista, que caracterizava de não nacional.

Sustentabilidade


Nunca antes se debateu tanto sobre o meio ambiente e sustentabilidade. As graves alterações climáticas, as crises no fornecimento de água devido a falta de chuva e da destruição dos mananciais e a constatação clara e cristalina de que, se não fizermos nada para mudar, o planeta será alterado de tal forma que a vida como a conhecemos deixará de existir.
Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.
Em paralelo as ações governamentais, todos os cidadãos devem ser constantemente instruídos e chamados à razão para os perigos ocultos nas intervenções mais inocentes que realizam no meio ambiente a sua volta; e para a adoção de práticas que garantam a sustentabilidade de todos os seus atos e ações. Destinar corretamente os resíduos domésticos; a proteção dos mananciais que se encontrem em áreas urbanas e a prática de medidas simples que estabeleçam a cultura da sustentabilidade em cada família.
Assim, reduzindo-se os desperdícios, os despejos de esgoto doméstico nos rios e as demais práticas ambientais irresponsáveis; os danos causados ao meio ambiente serão drasticamente minimizados e a sustentabilidade dos assentamentos humanos e atividades econômicas de qualquer natureza estará assegurada. 

Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.
Uma medida bem interessante é ensinar cada família a calcular sua influência negativa sobre o meio ambiente (suas emissões) e orientá-las a proceder de forma a neutralizá-las; garantindo a sustentabilidade da família e contribuindo enormemente para a conservação do meio ambiente em que vivem. Mas, como se faz par calcular essas emissões? Na verdade é uma conta bem simples; basta calcular a energia elétrica consumida pela família; o número de carros e outros veículos que ela utilize e a forma como o faz e os resíduos que ela produza. A partir daí; cada família poderá dar a sua contribuição para promover práticas e procedimentos que garantam a devolução à natureza de tudo o que usaram e, com essa ação, gerar novas oportunidades de redá e de bem estar social para sua própria comunidade.
O mais importante de tudo é educar e fazer com que o cidadão comum entenda que tudo o que ele faz ou fará; gerará um impacto no meio ambiente que o cerca. E que só com práticas e ações que visem a sustentabilidade dessas práticas; estará garantindo uma vida melhor e mais satisfatória, para ela mesma, e para as gerações futuras.
"O desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades " 
(Brundtland, 1987).                 
                 Embora os elementos essenciais da "sustentabilidade" já existam há muito tempo, o termo em seu contexto atual, não se tornou um elemento importante do discurso acadêmico através de uma série de disciplinas até a década de 1980 após algumas publicações seminais, e não se popularizou até uma década mais tarde, após o lançamento do nosso futuro comum pela WCED em 1987. Desde então, um verdadeiro dilúvio de publicações tem definido, redefinido, e examinou a idéia e aplicou-a mais humana. Apesar de sua carga ser inegavelmente necessária para forjar um futuro de qualidade e durável, vem com um apelo quase universal. Alguns comentadores têm argumentado que a sustentabilidade é conceitualmente muito vaga. Outros sugerem que a idéia tornou-se tão diluída que passou a ser sentido na maior parte dos forums. No entanto, apesar das muitas interpretações do que a sustentabilidade é, o conceito tem fundamentos históricos e teóricos a partir da qual cresceu que só agora estão começando a se solidificar em um definido consciente. É importante notar que a sustentabilidade não envolve apenas fixar o sentido amplo da palavra raiz "sustentar" a um vale-tudo de toda e qualquer atividade humana (apesar de ser feito com regularidade), tem antecedentes que colocá-lo em um contexto bastante claro e definitivo. Na verdade, as chamadas para a sustentabilidade surgiu de uma necessidade de mudança real - fora das preocupações que o crescimento econômico dos esforços de desenvolvimento baseado estavam com um mau desempenho na satisfação das necessidades humanas e melhorar o bem-estar humano em muitas regiões, enquanto os recursos simultaneamente esgotando rapidamente, a degradação do ambiente, empurrando limites ambientais, de forma inédita, e comprometer a conservação da natureza. Assim, a sustentabilidade pode ser articulada com rigor metodológico e científico tornando credível e útil para analisar e gerenciar as atividades humanas, especialmente no que respeita à natureza, recursos e desenvolvimento. Além disso, a importância da atualidade da doutrina e da urgência deve ser sublinhado dado o número de desafios que enfrentamos, incluindo enorme e crescente pressão demográfica, a enorme e montagem das disparidades socioeconômicas e aumento da degradação do meio ambiente, incluindo mudanças em escala global. O culminar de tudo isso é que estamos agora, pela primeira vez em nossa ocupação do planeta e já capaz de empurrar múltiplos e complexos, interligados limiares bioquímicos globais para os seus pontos de ruptura.
                 No presente contexto, a sustentabilidade representa um estado idealizado de sociedade onde as pessoas vivem muito tempo, digno, confortável e uma vida produtiva, satisfazendo as suas necessidades em ambientalmente saudável e socialmente justo maneiras, de modo a não comprometer a possibilidade de outros seres humanos de fazer o mesmo agora e no futuro distante. É, com efeito, uma tentativa de mesclar esforços de desenvolvimento e conservação da natureza de uma forma mutuamente benéfica para o bem comum das gerações presentes e futuras do planeta. Na prática, atingir a sustentabilidade ocorre através do processo de desenvolvimento sustentável - a descoberta, a execução, criação e adaptação das instituições apropriadas, políticas, estratégias e tecnologias para produzir uma transição justa na sociedade que se move em direção ao estado imaginado idealizado da existência.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Adolescência Insana

Adolescência! O que pensar quando ouvimos essa palavra? Alguns, que ja passaram por isso, dizem que é uma maravilha, outos que é a pior fase da vida.
Tenho treze anos, estou no começo de minha adolescência, tenho certeza que ela irá marcar minha vida de algum modo. É nela que aprendi o significado da palvra amizade. Minha mãe me chama de "aborrecente", mas não dou bola, pois sei que as vezes sou mesmo.
A adolescência, naminha opinião, é a mais importante e difícil fase de nossas vidas. Para as meninas a parte mais difícil é a menstruação. Algumas ficam estéricas, outras agem normalmente. Mas na maioria das vezes ficam desesperadas por chocolate e quando se olham no espelho estam cheias de espinhas. Nessa fase, algumas meninas começam a se preocuparem muito com a aparência, elas começam a ganhar corpo, umas mais que as outras. Também começam a sentir falta de privacidade e a sentirem atração fisíca por outras pessoas.
Essa fase para os meninos, digamos que eles ficam assustados com as mudanças que ocorrem. Certas "coisas" começam a crescer, pelos começam a surgir. Às vezes, acontece de eles acordarem e pensarem que fizeram "xixi" na cama, mas era algo que eles conhecer por "gozo". E eles também começam a sentir atração por outras pessoas.
Algumas pessoas que ainda não passaram por essa fase, acham que ela é um monstro de sete cabeças, mas se pararmos e pensarmos ela não é tão ruim assim. É claro, muitas coisas mudam, algumas para melhor, outras para pior. Até nos mesmos mudamos. Algumas dizem que é na adolescência que que descobrimos nossa verdadeira personalidade, decidimos nossos gostos, quem realmente são as pessoas. Começamos a enxergar o mundo de uma forma diferente.
 A importância da adolescência é que é nela que temos de nos concentrar nos estudos e decidirmos o nosso futuro. Se vamos passar de ano sem dificuldades, terminarmos os estudos e sermos alguém na vida. Ou se vamos parar de estudar e começar a usar drogas e nunca  ter um centavo no bolso.
Quando eramos crianças nos perguntavam qual profissão gostariamos de seguir, nossas respostas eram, astronaltas, bombeiros e princesas. Agora na adolescência nos perguram novamente. Mas essa naõ é a hora de dar respostas concretas e sim de cometer erros, de pegar o ônibus errado e ficar preso no terminal, de se perder e ficar perambulando pela rua. Então vamos cometr todos os erros que pudermos porque é com eles que aprendemos a fazer as coisas certas. E quando eles perguntarem qual profissão gostariamos de seguir, nos respondiamos atronautas, bombeiros e princesas. Agora na adolescência ao nos perguntaram novamente, mas essa não é a fase de dar respostas concretas. É a hora de cometer erros, de pegar o onibus errado e ficar preso no terminal, de se perder e ficar perambulando pela rua. Então temos que cometer todos os erros para que possamos aprender a fazer as coisas certas.
Adolescência insana! Confunde a nossa mente. Mas no final é sempre a mesma coisa. É uma... Adolescência insana.
                                                                                    Kemilyn Tuani da Silveira.